
Mapas Analógicos
Os Mapas Mentais são uma forma inovadora de esquematizar seus pensamentos, ideias, conhecimentos.

Criados pelo estudioso da memória, Tony Buzan, estes mapas possuem uma estrutura similar a de um neurônio, com seu centro e ramificações a partir dele, assim como as células cerebrais ramificam-se a fim de conectar-se umas as outras, formando uma rede neuronal. A ideia central é conectada às ideias periféricas e complementares, através de linhas curvas e coloridas, privilegiando o uso de palavras-chaves.

O Mapa ainda permite a utilização de imagens e símbolos articulados a estas palavras-chaves. Eles possibilitam a rápida recuperação da informação, uma visão global do conteúdo, uma apresentação mais fluente e uma estética agradável. Caso queiram se aprofundar, basta procurar os livros do autor (Tony Buzan), intitulados : Mapas Mentais.

Tempo Espacial - Intro à Hist - NETO; TASINAFO - p. 9 a 11
Quais as relações entre tempo e espaço? O que seria o tempo? Qual a importância do tempo nos estudos historiológicos?

Lentes Historiológicas - Intro à Hist - NETO; TASINAFO - p. VIII
Quais lentes são essas? Nossa vida está impregnada de História? O que significa ler a realidade?

Dinâmica Historiológica - NETO; TASINAFO - Mapa Mental - p. VI a 13
Por que o trabalho dos historiadores pode ser considerado dinâmico? Como contextos, interesses e trajetórias afetam a escrita e os escritos dos historiadores? Por que no séc. XIX o metódo da História se aproximou das ciências exatas?

Fontes 2 - Intro à Hist. - História Geral e do Brasil - NETO; TASINAFO - Mapa Mental - p. VI a 8
Quais são os tipos de fontes? Como podemos classificá-las? Como essas fontes são analisadas?

História - Intro à Hist. - História Geral e do Brasil - NETO; TASINAFO - Mapa Mental - p. VI
Quem foi considerado o primeiro Historiador? Como era a História feita por ele? Quais os elementos fundamentais dessa disciplina?

Síntese - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 25-28
Esse mapa sintetiza os conteúdos apresentados nos oito mapas anteriores referentes a este livro didático.

Progresso - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 25-28
O que é o progresso? Quais as possibilidades de progresso e quais as contradições desse processo? Existe um ou muitos caminhos para o progresso? Ou ele é apenas uma percepção subjetiva?

Tempo e Poder - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 22 e 23
Como o poder interfere nas formas de ver o tempo? Como a percepção do tempo está ligada às relações de poder?

Calendários - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 21
O que são e quais são os tipos de calendários existentes? Como eles refletem uma dada compreensão do tempo e da sociedade?

Leituras do Tempo - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 17-20
Existem formas diferentes de compreender e organizar o tempo? Como isso influencia nos trabalhos dos historiadores?

Poder na História - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 14-17
As relações de poder estão refletidas na escrita do historiador? Os poderosos interferem no foco dos estudos historiológicos?

Trabalho com Fontes - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 12-14
Como as fontes são trabalhadas para a construção do conhecimento histórico (historiológico)? Quais métodos e cuidados necessários?

Fontes - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 11 e 12
Quais são as fontes de informação utilizadas pelos historiadores no seu trabalho? Quais seriam as matérias-primas da História?

Caminhos da História - Introdução à História - História Geral e do Brasil - VICENTINO; DORIGO - Mapa Mental - p. 10 e 11
Quais caminhos os historiadores percorrem para criar seu trabalho?

Perplexidade Irônica - Os Sertões - Mapa Mental - p. 361-362
Soteropolitanos recebem perplexos os soldados esfarrapados recém chegados de Canudos. A brutalidade da guerra foi escancarada, mas havia um orgulho disfarçado pelos bravos sertanejos.

Patriotas Retirantes - Os Sertões - Mapa Mental - p. 358
Os soldados retornam de Canudos destroçados. No caminho para Salvador pareciam retirantes, até por adotarem os trajes sertanejos.

Cruzada Sertaneja - Os Sertões - Mapa Mental - p. 176-177
Emendando com o mapa anterior, aqui vemos a marcha de guerra transformada em procissão de fé, em peregrinação, fato que chamou a atenção do escritor de Os Sertões.

Cristianismo Armado - Os Sertões - Mapa Mental - p. 168-169
A ideia de um cristianismo armado parece atual, mas essa estranha combinação já existia na religiosidade sertaneja há mais de 100 anos e há muito mais tempo na história cristã, basta lembrar as cruzadas ou o Deus dos exércitos.

Êxtase Afro-Cristão - Os Sertões - Mapa Mental - p. 154-155
Os rituais cristãos praticados em Canudos pareciam os rituais africanos, fato que repugnava Euclides. Lembram os sincretismos de algumas igrejas neopentecostais atuais.

Sofrimento Abençoado - Os Sertões - Mapa Mental - p. 144-147
Segundo Euclides, Antonio Conselheiro possuia uma visão peculiar do catolicismo vigente. Os sofredores seriam abençoados por Deus. Sofrer era caminhar na direção do paraíso.

Urbs Monstruosa - Os Sertões - Mapa Mental - p. 140
Esse Mapa sintetiza a descrição extremamente negativa de Euclides sobre Canudos, assemelhada a imagem das comunidades periféricas atuais.

Decaídos Mestiços - Os Sertões - Mapa Mental - p. 84-86
Segundo Euclides da Cunha os mestiços formariam uma sub-raça degenerada, decaída, pior que os negros e indígenas, sendo uma das causas do atraso brasileiro.

Humildade vs Rebeldia - Os Sertões - Mapa Mental - p. 73-74
A ideologia colonizadora pensava o negro com uma natureza humilde propensa ao trabalho, enquanto o indígena seria um rebelde preguiçoso.

Os Sertões - Civilizar - Mapa Mental - p. 57
Aah "Parri"... o grande modelo de civilização do século XIX e início do XX. Capital da arte, da moda, a cidade luz. Enquanto luzes se projetam por um lado, sombras encobrem tudo por outro. O Brasil que se queria França, o Rio de Janeiro que se queria Paris. E os aspirantes a elite que se queriam brancos, superiores.

Mapa Mental - Os Sertões - Racismo científico - p.55
A Ciência medidora de tudo e de todos, não deixou de contribuir para o racismo com seu toque científico especial. Isso de meados do século XIX até início do XX.

Mapa Mental - Os Sertões - Queimadas no séc. XVIII - p. 47-48
Quem diria que Euclides da Cunha denunciaria a devastação das queimadas apontando o século XVIII.
